sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Change Management, ou gerenciamento das mudanças

O termo Change Management está cada vez mais presente no dia-a-dia das empresas. Change Management significa gerenciar mudanças e envolve todo o processo, desde a identificação das necessidades de mudança até a implementação das medidas necessárias, e também o acompanhamento da fase pós mudança, fase em que se faz a comparação entre os resultados esperados e os obtidos.

Uma empresa implementa um programa ou projeto de Change Management quando decide efetuar mudanças importantes que muitas vezes afetam a empresa como um todo ou partes significativas. As empresas precisam mudar para diminuir a distância que as separa das empresas de classe mundial que são as empresas tidas como benchmark em seus setores.

Processos de Change Management chegam a envolver quebras de paradigmas, mudanças na visão e cultura interna, além do que requerem extremo cuidado em suas execuções. Isso porque falhas podem trazer consequências devastadoras.

Abaixo destaco alguns pontos importantes que podem ser objetos dos processos de Change Management:
  • Fechamento de unidades fabrís;
  • Revisão do portfólio de produtos;
  • Revisão das marcas;
  • Redução dos níveis hierárquicos;
  • Revisão dos processos de trabalho;
  • Melhoria do nível gerencial - o que muitas vezes requer diversas substituições;
  • Terceirizações de atividades não fim;
  • Redução de complexidade;
  • Implementação de sistemas avançados de gerenciamento (Exemplos: BSC, EVA, programas de excelência operacional)
  • Mudanças importantes visando assegurar as melhores práticas de governança corporativa;
  • Profissionalização de empresas familiares;
  • Etc.
Muitas empresas são excelentes no diagnóstico, mas péssimas na implementação. De nada adianta identificar as principais mudanças a serem efetuadas e definir os melhores processos e ferramentas a serem implementados se dirigentes autoritários forem mantidos, além de uma estrutura de comando pouco competente - o que quase sempre está muito mais preocupada em administrar os próprios interesses em detrimento dos interesses da empresa.

Nada pior do que uma empresa cuja matriz ou alta administração possuam um discurso, mas a realidade que vive no chão de fabrica e no dia-a-dia dos escritórios sejam muito diferentes. Assim, líderes incompetentes não combinam com processos de Change Management.

Para efetuar uma proposta de mudança significativa é recomendável preparar um projeto que mostre detalhadamente os seguintes elementos:

  • Situação atual detalhada- nessa fase pode-se incluir uma análise SWOT;
  • Alternativas - nessa etapa deve-se mostrar vários cenários e devem ser identificados os níveis de risco e benefícios de cada alternativa;
  • Recursos - deve-se fazer detalhada identificação dos recursos tecnológicos, humanos e financeiros necessários;
  • Cronograma detalhado de implementação;
  • Racional numérico com estudo de viabilidade econômica financeira. Normalmente se calcula o pay back e o fluxo de caixa descontado do projeto ( DCF );
  • Conclusão e proposta do projeto - um projeto deve ser fechado com a apresentação da proposta que corresponde ao cenário escolhido e alternativa a ser proposta como mudança.

Uma vez um projeto finalizado, deverá ser submetido a um comitê de aprovação que efetuará a pré aprovação do projeto ou fará as sugestões para revisão do mesmo. Depois de ser o projeto aprovado pelo comité de pré aprovação, o mesmo estará pronto para ir para estágios mais elevados até a obtenção da aprovação final.

As empresas em processo de Change Management normalmente elegem um comitê que fica encarregado de acompanhar e auxiliar no processo da mudança. O comitê poderá contar com os seguintes coloboradores:

  • Executores (com instruções técnicas para explicar a mudança);
  • Responsável por comunicar os afetados (deve coletar o maior número de informações possíveis para disseminar os dados da mudança aos usuários afetados);
  • Gestor da área (analisará de forma gerencial os impactos e beneficios da mudança, com os dados apresentados);
  • Analistas das áreas associadas (caso exista envolvimento com outras áreas, necessário ter o gestor para garantir aprovação e correta comunicação);
  • Responsável pelo acompanhamento do projeto incluindo follow up detalhado comparando a execução real do projeto com os dados previstos.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Change_Management

Interessante artigo do Harward Business Review comenta a respeito de quatro fatores críticos de sucesso na implementação de projetos de Change Management. Autores estudaram processos de mudança de 225 empresas e encontraram uma correlação consistente entre os resultados dos programas de mudanças (sucesso versus fracasso) e os quatro fatores críticos, o que eles chamavam DICE:

Duração do projeto, que diz respeito ao tempo entre as etapas do projeto;
Integridade do desempenho , ou a capacidade das equipes de projeto,
Comprometimento dos altos executivos e funcionários,
Esforço adicional exigido dos empregados diretamente afetados pela mudança
.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Consultoria, Assessoria e Mentoring Empresarial

Por muitos anos esta estratégia de contratar serviços de consultoria, assessoria ou  mentoring empresarial, esteve restrita ao mundo das multinacionais instaladas por aqui ou no caso do mentoring empresarial, que é mais recente ainda no Brasil, restrito ao mundo das empresas de base tecnológica.
Ainda hoje, no Brasil  é muito comum identificar empresários reticentes sobre a possibilidade de trazer terceiros para opinar em seus negócios.
Antes de prestar este tipo de serviço, eu também escutei várias histórias de empresas de consultoria que haviam sido contratadas, levantado vários pontos a ser trabalhados e deixado a empresa sem implantar o projeto.
Ao me inserir neste mundo da prestação de serviços deste tipo para empresas, me dou conta de que há muita confusão sobre as características de cada serviço.
Este artigo vai abordar superficialmente as características dos principais serviços disponíveis para as empresas, enfatizando as principais diferenças entre eles.
Talvez até por culpa dos próprios prestadores de serviços, a maioria das pessoas considera todos os serviços prestados por terceiros na área de gestão, como consultoria e ao generalizar desta forma, acabam por ampliar a confusão existente. O exemplo citado acima, onde pessoas criticavam o fato do consultor não haver implementado o projeto é bem simbólico.
O serviço de consultoria empresarial, parte de um diagnóstico que é fruto de um processo de identificação, observação e análise dos processos incluídos no escopo do serviço contratado. A partir desde diagnóstico, o papel do consultor é de apresentar uma proposta detalhada  de ações que permitam que a empresa atinja seus objetivos naquela área. Estas propostas deverão ser aprovadas pelos gestores e o acompanhamento da sua implementação sempre dependerá do que foi pactuado no momento da contratação.
O fato é que, em nenhum caso, o consultor colocará a mão na massa ou representará a empresa de alguma maneira, pois se o fizer, em situações de conflito com o fisco por exemplo, poderá ser acusado de ser “sócio oculto” desta empresa.
Creio que a maioria dos meus colegas não estão devidamente orientados sobre a possibilidade levantada no parágrafo anterior, pois muitos deles, talvez em busca de alguma estabilidade, sem mudar seus contratos, acabam assumindo papéis operacionais nas empresas pelas quais foram contratados, muitas vezes utilizando e-mails e até cartões de visita destas empresas. Para mim este é um risco grande para quem contrata e para o contratado.
Quando o serviço envolve algum envolvimento operacional ou representação da empresa, este serviço passa a ser uma assessoria e neste caso o prestador de serviço, deverá estar preparado para coordenar, liderar e meter a mão na massa se necessário, para que o projeto se viabilize. O ideal é que estes aspectos estejam bem definidos no contrato entre as partes, pois desta maneiras ambas estarão bastante protegidas. O assessor cumpre o papel do SOLUCIONADOR.
O serviço de mentoring empresarial, também conhecido por alguns como mentoria,  é um serviço de aconselhamento, onde um profissional maduro e experiente, aconselha um executivo ou um empresário mais jovem, através de reuniões periódicas. O mentor cumpre o papel do PADRINHO EXPERIENTE.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Mais um treinamento?


Já perdi a conta da quantidade de treinamentos de que participei na minha vida profissional com o objetivo de “transformar” as pessoas, os departamentos e, consequentemente, as organizações.
Esses treinamentos e reuniões tinham os mais variados formatos, que podiam ser jogos, psicodrama, exercícios motivacionais, dança – enfim, uma infinidade de técnicas que tinham como propósito principal “mexer” com as pessoas, provocando reflexões e atitudes.
Era muito bonito ver, em meio a choradeiras e aplausos (alguns histéricos), as promessas públicas ou pessoais de que, a partir de segunda-feira, tudo seria diferente e que as conclusões, estratégias e atitudes desenvolvidas nesses seminários seriam colocadas em prática imediatamente.
Logo em seguida vinha o pós-evento, quando as pessoas, agora mais relaxadas e de banho tomado, começavam a falar da empresa, das suas realidades e do que haviam acabado de experimentar.
Parte da excitação já tinha ido embora pelo ralo na hora do banho e o pouco que ainda restava começava a se dissipar diante da triste realidade que todos enfrentariam já no início da próxima semana.
Alguns, que já haviam vivido essa experiência muitas vezes (a maioria na mesma empresa), começavam a dividir com os mais “inocentes” que nada daquilo iria acontecer. Além disso, quase todos já tinham certeza de duas coisas: (1) a empresa não daria condições mínimas para que eles fossem os agentes de mudanças e (2) a liderança não representava em nada as crenças que motivaram toda aquela comoção coletiva, vivida menos de duas horas antes. Enfim, a ficha havia caído e, mais uma vez, a empresa tinha jogado dinheiro fora.
A história que acabei de contar se repete todos os dias em diferentes organizações, fundamentalmente por conta das duas certezas relatadas acima, que conhecemos de cor.
Ou seja: não existe nenhuma mudança sem que os líderes da empresa estejam absolutamente comprometidos com elas. Não só com vontade de que ocorram, mas com sentimento “cristalizado” em relação à importância delas.
Além disso, esses líderes devem estar dispostos a investir e dar condições para que os potenciais agentes de mudanças consigam agir.
Na prática, isso significa que, se um líder pretende, por exemplo, criar um programa de qualidade de vida para seus “colaboradores”, deverá não apenas incentivar as pessoas a desenvolver hábitos que proporcionem essa melhoria como também praticá-los. Isso é importante, porque assim os liderados não correm o risco de serem intimidados por eventuais atitudes contraditórias da chefia.
O líder deverá também saber (e acreditar) que os custos tangíveis que tais mudanças poderão gerar serão recuperados apenas do médio para o longo prazo, com a melhoria do desempenho da empresa e a retenção de pessoas, entre outros. Da mesma forma, um líder que pretende buscar uma melhor gestão de custos deverá estar disposto a fazer os mesmos “sacrifícios” que vai pedir ao time.
A boa notícia é que, assim como já vi a história acima se repetir inúmeras vezes, também já vi líderes cujos valores e atitudes estavam completamente alinhados com aquilo que a organização pedia em determinado momento. Com sua gestão e por meio de seus exemplos, conseguiram transformar o impossível em realidade, criando verdadeiros times dos sonhos de qualquer empreendedor e, na maioria das vezes, sem gastar um centavo com eventos muito emocionantes, mas absolutamente ineficazes.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

6 Dicas para um Fluxo de Caixa Eficaz


Saiba como fazer do fluxo de caixa um elemento de gestão e planejamento do seu dia a dia.

Aquelas empresas que decidem adotar o fluxo de caixa no seu dia a dia, geralmente o tem mais como um instrumento de acompanhamento dos pagamentos e recebimentos no curto prazo do que como um instrumento de gestão.

Um fluxo de caixa eficiente, além de considerar as saídas de caixa, seja para as despesas do dia a dia, seja para realização dos investimentos, aquisição de ativos, estoques, contratação de pessoas, entradas de caixa etc., deve estar alinhado com o Orçamento e o Plano de Negócios da empresa, e contemplar uma visão de médio e longo prazo.
 
Aqui vão algumas dicas para a elaboração de um fluxo de caixa eficaz:
Inventário.Faça um levantamento de todas suas despesas e receitas, atuais e futuras, planos de investimento e expansão, preferencialmente alinhado com seu Plano de Negócios, e os organize por natureza: operacional, não operacional e investimentos.
 
Horizonte.O ideal é que o Fluxo de caixa contemple um horizonte correspondente ao ciclo operacional da Empresa. Geralmente este ciclo compreende o período de um ano, mas atividades de ciclo mais longo exigirão um horizonte maior. Empresas que trabalham com encomenda ou por safra, por exemplo, devem considerar o tempo médio da encomenda ou safra como seu ciclo operacional.
 
Detalhamento.Geralmente, para o primeiro ciclo operacional, é feito um nível de abertura das despesas, receitas e investimentos bem detalhado. A partir daí, e até o horizonte definido pelo Orçamento e Plano de Negócios, geralmente de 3 a 5 anos, estes itens são agrupados.
 
Atualização.Assim como todos os outros instrumentos de gestão, Orçamento e Plano de Negócios, o fluxo de caixa deve ser atualizado periodicamente. O horizonte de um ciclo operacional deve ser atualizado mensalmente, enquanto que para os demais períodos, a atualização deve ser efetuada concomitantemente à revisão do Orçamento e Plano de Negócios.
 
Conservadorismo.Evite otimismo nas previsões das entradas e receitas. Um bom fluxo de caixa deve considerar o fato de que alguns clientes não pagarão na data do vencimento ou mesmo que alguns não efetuarão o pagamento, exigindo a necessidade da aplicação de um percentual de perdas sobre as entradas.
 
Acompanhamento.Antecipe-se a eventos operacionais que impactam o seu fluxo de caixa, atraso na inauguração de uma nova linha de produção, perda de um cliente, para que você possa atuar de forma pró ativa no seu fluxo de pagamentos. Desta forma, você poderá negociar com alguns fornecedores a postergação de vencimentos, ou mesmo a contratação de um empréstimo com taxas de juros mais atrativas do que ficar com a conta negativa no banco.
 
E lembre-se, tenha no fluxo de caixa um elemento de gestão e planejamento do seu dia a dia.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Consultoria x Gerenciamento, Coaching x Mentoring x Terapia

Atualmente , muitas são as áreas de atuação profissional e algumas pessoas podem  confundir essas atuações mencionadas no título deste artigo e portanto, para ajudá-lo na escolha do serviço que melhor atenda  às suas necessidades e expectativas, decidi escrever este artigo que espero ser esclarecedor.
Antes de qualquer decisão, alerto que qualquer que seja a sua escolha você terá que ser humilde e admitir que está precisando de ajuda profissional.Lembre que você deverá tratar esse profissional com respeito e não como um adversário , pois, o mesmo estará dentro da sua empresa analisando seus pontos fortes e administrando seus pontos fracos. A primeira condição é ter confiança. Evite a qualquer decisão que não dê certo, ficar culpando a empresa contratada, pois, ela tanto quanto você estará focada nos resultados e é sua parceira. Lembre-se, a responsabildiade pelo sucesso é sua. Esforce-se para aplicar todo o conhecimento oferecido e terá sucesso.Não demore a solicitar a  ajuda de um profissional, pois, pode ser tarde demais, tanto para a sua empresa como para a sua carreira.
Levante referências sobre a empresa a ser contratada.Fale com antigos e atuais clientes.Busque referências  com fornecedores e no mercado. Peça o currículo de todos os colaboradores envolvidos no serviço e certificados .Assine um contrato entre as partes ,após, analisar,detalhadamente, todas as cláusulas.Verifique a linha filosófica, missão e valores virtuosos da empresa que você está contratando e se a linha adotada está de acordo com a sua cultura e valores.
  1. Consultoria x Gerenciamento
  1. Consultoria
Importante salientar que a consultoria oferece seus conhecimentos que foram adquiridos ao longo de anos de experiência. Ensina o cliente a se posicionar e atuar com sucesso neste mercado. Faz o cliente pensar estrategicamente.A Consultoria não trabalha no lugar do gerente ou de vendas, isso não é consultoria é sim, gerenciamento.
A Consultoria propõe estratégias para que os colaboradores da empresa apliquem.Ao final deste processo sua empresa terá implantado diversos processos e procedimentos.Os responsáveis pela aplicação de todas as metodologias ensinadas são os seus Líderes que irão aplicar  junto aos seus colaboradores. Os resultados da consultoria dependem de seus líderes seguirem o que foi apresentado pela consultoria.A consultoria apresenta um plano de ações, define metas , oferece as soluções, levanta dados, fornece os recursos, faz o planejamento estratégico.
Quando contratar consultoria?
Quando tem urgência em organizar a empresa através de processos; quando não tem equipe tão competente ou experiente; quando não dispõe de tempo ou paciência para fazê-lo. Você e seus líderes seguirão  as recomendações dos consultores , pois, eles são os “experts”.Você fornecerá as informações solicitadas para que o trabalho possa fluir com tranqüilidade. Se você pensa em adaptar esses processos , ou tentar colocar a sua maneira de gerenciar , este não é o melhor método, já que a consultoria implantará a expertise dela.
O erro de muitos proprietários ou líderes de empresas é contratar a consultoria e ficar discutindo que a consultoria está errada. Por isso, antes de iniciar o trabalho avalie e aprove o Plano de ação da consultoria e , também a carga horária programada. Você precisa confiar na Consultoria e ter a humildade para aprender e fazer de uma nova maneira.
Como funciona?
Através de visitas à sua empresa que podem estar de acordo com o seu investimento na consultoria, variando em mais visitas por mês, ou menos.Treinamentos, reuniões e palestras.
  1. Gerenciamento
O gerenciamento trabalha no dia a dia da operação da sua empresa atuando como colaborador da empresa, esperando alguém decidir por ele, tem autonomia limitada, não pensa estrategicamente e sim nos problemas do dia a dia. Atende clientes e leva os problemas para o dono da empresa resolver.
Quando contratar um gerenciamento?
Quando você precisa de mão de obra com mais experiencia atuando na sua empresa no dia a dia. Você estará mais tempo fora da sua empresa e precisa alguém para lhe informar o que ocorre. Essa pessoa é quase um colaborador da empresa e resolverá problemas para você.Não existe transferência de conhecimento nesse caso.Ele estará lá atendendo, vendendo, etc.
Como funciona?
Em muitos casos , complementa a Consultoria quando há necessidade de um acompanhamento e monitoramento diário e  um colaborador da consultoria é designado para trabalhar na empresa junto com a equipe.Não tem poder de decisão ou autonomia.
  1. Coaching x Mentoring x Terapia
  1. Coaching
Atua na resolução de problemas através da análise de valores e mudanças comportamentais.Visa o crescimento pessoal e da empresa e contrói junto e transfere conhecimentos. Desafia, explora as crenças e é um trabalho personalizado.Oferece possibilidades de transformação e não gera dependência, pois ,a pessoa e a empresa aprendem a andar com as próprias pernas. Trabalha baseado em valores virtuosos e propósitos são ressaltados. Descobre os pontos fortes , reposiciona, se necessário e orienta.
Realiza Planos de Ações e define metas. Todos os posicionamentos são construidos em conjunto com a empresa, a equipe e o cliente visando o bem comum e a otimização de resultados.
Coaching é um processo que visa aumentar a performance de um indivíduo,equipes ou empresas, aumentando os resultados positivos atraves de metodologias, ferramentas e técnicas conduzidas pelo profissional ( Coach)em parceria com o cliente ( Coachee).
O Processo de Coaching leva o cliente a buscar novos entendimentos, alternativas e opções que façam com que ele amplie suas realizações e conquistas.
o Foco é no RESULTADO através da ação e melhoria contínua.
Quando contratar?
Quando você já tem conhecimentos adquiridos pela experiência e sua equipe, também, e quer ampliar e construir juntos respeitando a sua equipe e seu cliente.Pode ser para a empresa ou para sua carreira.
Como funciona?
É contratado um coach que deve ter formação comprovada. Após diagnóstico de expectativas,necessidades e, também avaliações e testes iniciam as sessões de Coaching e será estabelecido em conjunto, Plano de Ação para o Sucesso. São realizadas sessões de atendimento individual, reuniões, treinamentos da equipe, pesquisas, avaliações.Visitas à sua empresa , via internet ou fone.
  1. Mentoring
É um conselheiro, ele diz a você qual o melhor caminho a seguir.Normalmente, os mentorings são os mais antigos e experientes colaboradoes nas empresas ou no mercado e orientam as pessoas, empresas e carreiras. Sua atuação é restrita à sua área de atuação e expertize construída aos longo de sua carreira.Ele transmite os seus conhecimentos a pessoas que querem seguir sua mesma área de atuação.

Quando contratar?
Quando você precisa de orientações específica sobre alguma área que não está dominando muito bem.

Como funciona?
Em sessões individuais.
  1. Terapia ou Psicoterapia
Quando você precisa de um atendimento de um psicólogo e focado em problemas emocionais que fogem totalmente ao seu controle.Você não está conseguindo controlar a situação/ problema que se repete constantemente.
Wikipédia: O termo psicoterapia refere-se às intervenções psicológicas que buscam melhorar os padrões de funcionamento mental do indivíduo e o funcionamento de seus sistemas interpessoais (família, relacionamentos etc.). Como todas as formas de intervenção clínico-psicológicas, a psicoterapia utiliza meios psicológicos para atigir um fim específico (a cura ou a diminuição do sofrimento do paciente, geralmente causado por um transtorno mental), baseia-se no corpo teórico da psicologia e é praticada por pessoal especializado (o psicoterapeuta ou psicólogo clínico) em um determinado contexto formal (individual, em casal, com a presença de familiares, em grupo - de acordo com a indicação.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

JÁ OUVIU FALAR EM BACKCASTING ?



Certamente não é uma novidade, mas é um termo muito menos conhecido e utilizado do que o "forecasting". No entanto, pense numa situação em que a análise das tendências do momento não consegue indicar um futuro consistente, ou que indica um leque tão amplo de alternativas que torna-se impossível ter segurança na sua previsão.

Parecido com o que você está enfrentando no momento? É a sua dificuldade em responder como será o segundo semestre deste ano?

Tenho recebido perguntas sobre como será o segundo semestre de 2012 e como será o próximo ano, para definir os planos de negócios e tomar decisões pessoais.

Sinto vontade de dizer: - Ah! Então você achava que experiência não tinha valor? E agora, José?

Mas sinto que a resposta deve ser algo mais útil e interessante do que um sorriso maroto e uma resposta vaga sobre outros momentos da história em que sentíamo-nos igualmente desorientados.

O problema é que não mudamos o nosso modelo mental e prosseguimos tentando analisar as tendências díspares para visualizar uma direção clara para o próximo período.

Muitas vezes comento que o crescimento dos negócios e das empresas não está vinculado ao crescimento do mercado, e que as empresas podem buscar crescimento mesmo sob circunstâncias adversas. Da mesma forma, podemos ter progresso em nossas carreiras mesmo quando a situação não favorece o crescimento da empresa.

É que estamos muito mais acostumados ao processo de "forecasting" do que de "backcasting"! É apenas um trocadilho infame? Ou um caminho a ser proposto para definir planos para um período menos estável e mais nebuloso?

No processo de "forecasting", fazemos uma análise das tendências e buscamos uma convergência que nos indique a direção e o grau de variação em relação ao momento em que estamos. Quando não há convergência e não se apresenta um quadro natural das forças que orientam o mercado, ficamos inseguros em fazer propostas.

O processo do "backcasting" propõe o inverso. Define-se uma visão do futuro que queremos e retrocedemos planejando o que devemos fazer para alcançar o cenário visualizado. Claro que ainda assim haverá incertezas e alguns pontos obscuros, pois não se trata de uma "bola de cristal" infalível.

Mas o processo tem a vantagem de estabelecer um ponto de partida (ou melhor, de chegada) claro para se desenvolver um planejamento muito mais consistente e realista. Cria-se uma visão do que queremos alcançar e se questiona o planejamento das atividades que devem ser realizadas para alcançar o cenário visualizado.

Você já usou isso? Provavelmente. Muita gente que teve experiências em lidar com crises no passado, deve ter praticado este modelo ou deve ter sido orientado dentro deste processo, que é parte da visão sistêmica.

Muitas vezes, este modelo de "backcasting" é muito mais eficiente para análise de problemas e soluções de discussões do que o "forecasting", pois proporciona condições para a convergência. De uma discussão sobre "o que poderá acontecer", passamos para "o que queremos alcançar" e posteriormente para "o que devemos fazer".

Na próxima vez em que você estiver num impasse, tentando advinhar "o que nos acontecerá", talvez seja melhor direcionar os esforços para "o que queremos que aconteça".

É um processo especialmente útil para planejar o desenvolvimento da sua carreira, pois só sabendo o que se quer alcançar, podemos planejar as atividades que podem nos direcionar para o futuro desejado.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Capitais do Conhecimento

Na sociedade atual, além dos fatores tradicionais de produção - terra, capital e trabalho - encontramos outro que tem sido o diferenciador - o conhecimento - que tem agregado mais valor as organizações. Este fator considerado intangível, tem seu conceito aprimorado desde a década de 80, quando Sveiby classificou os ativos intangíveis em três categorias: capital do consumidor, capital estrutural e capital humano ou intelectual. Acreditamos que hoje, o modelo que melhor representa os capitais do conhecimento seja o dos quatro capitais: o ambiental , o estrutural, o intelectual e o de relacionamento.

O capital ambiental pode ser definido pelos vários aspectos e características que são identificados na região onde a organização se encontra. Todos os valores, aspectos legais e governamentais, clima, geografia, e outros, devem ser considerados. Por esta definição é possível compreender, como algumas empresas possuem desenvolvimento maior que outras, quando se encontram em um ambiente mais propício ao seu tipo de negócio.

O capital estrutural se resume na estrutura necessária para as empresas funcionarem e a ela pertencem. São os sistemas administrativos, os softwares, as marcas ,as patentes, os prédios. De todos esses fatores, a forma de atuação da estrutura organizacional é que tem influenciado com mais impacto, os resultados desejados.

O capital intelectual trata do conhecimento das pessoas que se encontram em uma organização. Diferente do capital estrutural , ele pertence ao indivíduo, mas a utilização eficaz deste potencial , tem o poder de gerar valor para as empresas e para as pessoas. A dificuldade das organizações é conseguir transformar o conhecimento tácito (aquele referente à experiência individual das pessoas) em explícito (que se pode encontrar em livros e palestras ), de modo a agregar valor aos produtos ou serviços prestados.

O capital de relacionamento pode ser entendido como o facilitador para os outros capitais, uma vez que trata dos relacionamentos-chave para os negócios da empresa, podendo ser individuais ou institucionais. Incentivando os relacionamentos e as alianças estratégicas as empresas passam a ganhar mais.

A interação entre os capitais e o reconhecimento da importância dos mesmos, devem levar em conta em determinada ocasiões a existência de uma relevância maior de um capital em detrimento de outro. Desta forma, o tratamento dado a cada um destes capitais precisa ser adequado as suas características específicas.

Capitais do Conhecimento é marca registrada pelo CRIE- Centro de Referência em Inteligência Empresarial da COPPE/UFRJ.

domingo, 27 de maio de 2012

Absenteísmo e Presenteísmo

Talvez você nunca tenha ouvido falar nestas duas palavras. Mas é bom ir se acostumando a elas, pois são palavras cada vez mais presentes nas organizações.
Todo gestor sabe que a saúde, a motivação e a capacitação de seus empregados são fatores do sucesso econômico das empresas. Entretanto, doenças que causam a incapacidade temporária do empregado podem gerar prejuízos que afetam a produção e o lucro da empresa.
Absenteísmo é a ausência temporária do trabalho por motivo de doença. Além de afetar o lucro e a produção das empresas, o absenteísmo também gera horas extras, atrasos nos prazos, clientes descontentes e aumento da atividade dos outros funcionários que tem de dar a cobertura para o colega ausente.
Para se ter uma idéia sobre o impacto na economia, em 2001, o absenteísmo por doença custou para a Alemanha, 44,76 bilhões de euros enquanto que para o Reino Unido, a perda foi de 11 bilhões de libras esterlinas, principalmente devido a doenças dos sistemas ósteomuscular e respiratório.
No Brasil, as despesas aumentaram 31,8% com a concessão do auxílio-doença. Em 2000, o auxílio-doença representava 3,2% dos gastos da previdência social; em 2004, esta despesa subiu para 7,5%
A Organização Panamericana de Saúde acredita que mais de 70% das empresas não apresentam condições ergonomicamente favoráveis para a realização das tarefas solicitadas a seus empregados.
Por outro lado, o índice de absenteísmo por doença vem decrescendo nos últimos vinte anos enquanto o índice de absenteísmo por doenças psíquicas vem aumentando. Isto se deve às mudanças que vem ocorrendo em função da globalização, entre as quais se incluem a terceirização, a reengenharia, o downsizing, maior produtividade, aumento do estresse e medo do desemprego.
Já o presenteísmo significa estar sempre presente ao trabalho, porém doente. Estas vítimas não faltam, mas apresentam sintomas como dores (de cabeça, nas costas), irritação, alergias, etc. Com isto, há queda da produtividade e prejuízos para a empresa.
Um estudo realizado pelo Institute for Health and Productivity Studies, dos Estados Unidos, mostrou que as empresas americanas chegam a perder 150 bilhões de dólares/ano devido à presença de funcionários doentes apresentando falta de rendimento nas suas atividades. No Brasil, estima-se que esta cifra pode chegar a 3% do Produto Interno Bruto, ou seja, 42 bilhões de reais/ano.
Entre os sintomas mais comuns do presenteísmo estão: dores musculares, cansaço, ansiedade, angústia, irritação, depressão, insônia e distúrbios gástricos. Entretanto, o grande gerador do presenteísmo é o estresse. De acordo com o International Stress Management Association, os oito países mais estressados do mundo, em ordem decrescente, são: Japão (70%), Brasil (30%), China (24%), Estados Unidos (20%), Israel (18%), Alemanha (16%), França (14%) e Hong Kong (12%). No Brasil, segundo o mesmo instituto, três em cada dez brasileiros apresentam problemas de saúde devido ao estresse no trabalho.
Estes números tem gerado nas empresas uma nova visão, sendo que algumas delas já apresentam projetos direcionados para a manutenção da saúde de seus funcionários. Isto inclui: reeducação postural global (RPG), massagens, drenagem linfática, ioga, meditação, ginástica laboral, alimentação balanceada, check ups periódicos, palestras motivacionais, etc. Porém, menos de 5% das empresas oferecem estes tipos de programas.
A grande maioria das empresas não possui programas específicos de qualidade de vida para oferecerem a seus funcionários. Entretanto, de acordo com José Tolovi Jr., presidente do Great Place to Work, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo (6 de março de 2005), “a médio prazo, tende a aumentar a preocupação da empresa com prevenção e controle de doenças, diminuindo o uso da assistência médica”.
Grandes empresas, como Pão de Açúcar, Natura, Motorola, já apresentam programas neste sentido. Por exemplo, a Motorola recebe R$ 3,00 em valor agregado para cada R$ 1,00 aplicado em programas de qualidade de vida. E esta parece ser a tendência mundial nas empresas e conglomerados.
De uma forma resumida, o importante é não ficar doente, principalmente se o empregado é do tipo motivado e que “veste a camisa” da empresa. Se a mesma não apresenta nenhum programa visando uma melhoria da qualidade de vida de seus empregados, cabe exclusivamente a eles buscar atividades que diminuam o estresse, tanto pessoal como no ambiente de trabalho.
Mudança de emprego, melhoria do clima interno da empresa, mudança de função, atividades físicas, férias, desenvolvimento de um hobby e trabalho voluntário são algumas sugestões para se viver menos doente e mais feliz.

quinta-feira, 22 de março de 2012

7 expressões proibidas na hora de vender

 Saiba quais frases os empreendedores devem evitar na hora de lidar com um cliente

Provadores de lojas de roupas costumam ser cenário de uma clássica cena no mundo dos vendedores. A atendente, nitidamente constrangida, diz que a peça ficou ótima na cliente que mal consegue respirar vestindo uma roupa tão apertada. No fim das contas, a venda não acontece.
Muitas vezes, o vendedor fica com fama de mentiroso, mesmo que a intenção não seja exatamente esta. Essa abordagem de venda faz o cliente ficar ainda mais em dúvida.
Mentir, não deixar o cliente falar e ser pouco profissional são erros fatais na hora de vender. Um empreendedor que sabe vender deve ser também um consultor e evitar algumas expressões que pegam mal com a clientela e podem até manchar a imagem da sua empresa.

1.“O produto foi feito para você”
O clássico dos provadores ainda é muito usado pelos vendedores na tentativa de convencer o cliente. O produto pode ter ficado bem no consumidor, mas, levada ao pé da letra, a expressão é mentirosa. “É óbvio que aquilo não foi feito sob medida para o cliente. Se ele estiver inseguro, vai ficar em dúvida”, diz.

2. “Tenho uma condição especial só para você”
Este é mais um caso de expressão que pode soar altamente falsa. A sugestão do especialista é evitar frases que não pareçam reais. “Está na cara que é uma mentira. O cliente percebe e deixa de confiar no vendedor”, conta Rodrigues. No fim, esta expressão mostra mais que o vendedor está interessado na comissão da venda e do que no bem estar dos clientes.

3. “O nosso produto é melhor”
É muito comum, a tática de desmerecer a concorrência para tentar convencer o consumidor. Antes de falar que o seu produto é melhor, saiba o que o cliente quer. Ele pode rebater o seu argumento e a situação ficaria chata. Além disso, é importante construir uma imagem própria para a sua marca, que não deve ser só baseada na comparação com os concorrentes.

 4. “Você nunca vai conseguir uma proposta melhor”
Neste caso, a intenção do vendedor pode ser valorizar o seu produto e a sua marca. Mas acaba correndo o risco de ofender os clientes. “Dizer ‘nunca’ subestima a capacidade do cliente em conseguir uma oferta melhor. É uma expressão muito negativa e o cliente pode se indispor mais facilmente”, afirma. Mais uma vez, vale a pena valorizar o seu negócio indicando os seus diferenciais no mercado.

5. “Esta é a nossa política. Não há como mudar”
Quando o vendedor se vê em dificuldade, ele pode usar a empresa como desculpa para o cliente. “Não fale mal da sua própria empresa ou produto por mais que o cliente esteja pressionando”. Em uma negociação, o melhor a fazer é tentar uma proposta dentro das condições do cliente e da empresa.

6. “O concorrente é muito ruim”
Mais uma vez, os vendedores usam com frequência a tática de diminuir o concorrente com o objetivo de valorizar a própria empresa. “Normalmente, quando o cliente está pendendo para a concorrência ele já tende a achar que ela é melhor. O desafio é convencê-lo que a solução da sua empresa é melhor”, explica.

7. “Amiga, querida...”
Intimidade demais faz mal para as vendas também. Não pode chegar chamando o cliente de amigo. Demora anos para se tornar amigo de alguém. Soa falso. O ideal, nestes momentos, é sentir qual é o comportamento do consumidor: se ele é tímido, extrovertido ou mesmo indiferente. Existe um mito do quebra-gelo. É louvável estabelecer empatia, mas é um engano achar que simular intimidade é uma forma de conquistar o cliente. Por isso, nada de apelidos ou adjetivos. Chame o cliente pelo nome apenas.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Você não tempo pra nada ou é desorganizado?

O tempo é o recurso mais escasso e o mais valioso que existe. Agora já passou e não tem dinheiro no mundo que possa comprar este minuto de volta. Aprender a administrar o tempo é uma das ações mais importantes que qualquer pessoa pode fazer para melhorar suas chances de sucesso nos negócios e na vida.
Há diversos livros e cursos no mercado e este artigo é apenas uma introdução que, longe de esgotar o assunto, vai te dar os principais recursos para atingir seus objetivos.

Planejamento do tempo

Como sempre, a importância do planejamento não pode ser descartada. Planejar o tempo significa saber o que se quer fazer e ordenar as ações para a realização da maior quantidade de atividades no menor prazo para se atingir seus objetivos.

Agenda diária

Para planejar bem o seu tempo, desenvolva o hábito de manter uma agenda diária, faça assim:
No começo do dia, escreva uma lista de tudo o que quer realizar. Faça desta sua primeira atividade, antes de qualquer coisa. Tá bom, depois do café da manhã e de escovar os dentes :–)
No final do dia, veja tudo o que conseguiu fazer e transfira para o dia seguinte o que não foi feito.

Prioridades

É importante saber dar prioridade às ações. Para mim, há alguns fatores que influenciam minhas prioridades:
Prazo. A primeira coisa que levo em conta é a data de entrega de uma tarefa. Uso um truque que é programar cada coisa para dois dias antes da data final. Assim eu tenho tempo de rever as coisas antes da entrega. Nem sempre dá pra fazer isto, porque surgem imprevistos e coisas de ultima hora e até aquelas coisas “pra ontem”. Nestes casos eu observo:
Resultados. Procuro dar prioridade àquelas atividades que trarão o maior resultado. A “Regra de Pareto” diz que 20% do que fazemos traz 80% dos resultados, enquanto os outros 80% de atividades produzem 20% de resultados.
Procuro identificar os 20% melhores e delegar o restante. Pense nisto: às vezes vale mais a pena contratar alguém para resolver o que não traz tanto benefício, mas que igualmente precisa ser feito. Ex: ir ao banco, ao correio etc. Pode sair até mais barato.
Facilidade. O terceiro fator de priorização de atividades é a facilidade (ou dificuldade) que determinada ação representa. Eu tento realizar tudo o que é mais rápido e fácil antes, assim no final do dia terei realizado um monte de coisas.
O perigo é ir deixando coisas mais complexas para depois e acabar esquecendo, por isso que este é o terceiro fator e não o primeiro. Os prazos e os resultados têm um peso maior que a facilidade de execução.
Às vezes, quando percebo que alguma coisa vai ser complicada, vou fazendo um pouco a cada dia ou por outro lado, vou “quebrando” um problema difícil em problemas menores e mais fáceis de resolver. Cada pequena parte resolvida é uma parte do todo, assim, quase sem querer grandes obstáculos são ultrapassados.
Conjugando estes três ângulos você também pode estabelecer suas prioridades.

Lista Mestra

Uma lista mestra é a sua lista de afazeres. É a partir dela que você monta sua agenda diária. Veja como se faz – pegue uma folha de papel pautada (ou abra uma planilha) e faça as seguintes colunas:
Atividade, Prazo, Resultado, Facilidade, Prioridade, Completado.
O significado de cada coluna:
Atividade. O que deve ser feito;

Prazo. A data de entrega. Se não há data fixa defina uma, mas não deixe cair muito longe;

Resultados. Tente dar um nível de resultado esperado;

Facilidade. Dê um nível de facilidade. Pode ser fácil, médio, difícil ou 1,2,3,4,5. Enfim, você é que sabe;

Prioridade. Com base nas outras colunas você pode definir a prioridade de cada ação;

Completado. Nesta coluna você coloca uma marca em cada atividade concluída. Ao terminar uma ação você também pode riscar a linha, se preferir.
Quando uma nova atividade surgir, você deve colocar ela na lista mestra e (tentar) completar as outras colunas. Lembre–se. No começo do dia você examina sua agenda e atualiza sua listra mestra. No final do dia, repete a ação e planeja o dia seguinte.

Juntando tudo

Monte sua lista mestra e use–a para manejar a agenda diária. Tente por alguns dias e se você fizer tudo direitinho, vai acabar sendo conquistado por esta forma de trabalhar. Em pouco tempo, verá como fica fácil trabalhar assim e como você vai ficar orgulhoso com os resultados que vai alcançar.
Porque vai estar se colocando desafios e ultrapassando cada um deles, controlando seu tempo e sua vida. Comece hoje mesmo a planejar seu tempo e realize mais e melhor.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Business Process Outsourcing

BPO: terceirizar para cuidar do que é realmente importante         

A contratação de uma empresa para prover serviços para tarefas específicas dentro da organização garantindo o nível de serviço. A isso é chamado BPO (sigla para Business Process Outsourcing). Ele é adotado com o objetivo de diminuir custos em tarefas que não sejam claramente o negócio fim da empresa. Outras metas buscadas com a implantação desse modelo de gestão é o aumento da produtividade, da capacidade de inovação e como vantagem competitiva, tendo em vista que os maiores esforços e o foco da organização são direcionados aos seus processos chaves.
Tradicionalmente, o modelo BPO é utilizado por empresas de manufatura. Um exemplo clássico é a Coca-Cola, que terceiriza toda a cadeia de suprimentos e é hoje praticamente uma empresa focada em marketing.
Hoje, cada vez mais empresas orientadas a serviço estão adotando esse modelo. De acordo com o Instituto de Pesquisas IDC, o mercado de BPO deve movimentar perto de UD$ 508 bilhões ao ano em todo o mundo. Cabe ao Brasil, UD$ 7,9 bilhões registrando taxa de crescimento superior à média global do setor. Até 2011, segundo previsão do Instituto, o Brasil deve crescer a uma média de 16% ao ano, contra a taxa global de 12%. Essa taxa deve ser estimulada pela manutenção de segmentos que já são grandes usuários com atendimento ao cliente e finanças, e pela entrada de novos setores com compras - cuja adoção deve crescer 27% e recursos humanos, cerca de 24%.
Pesquisas da Consultoria Itelogi ouviu a opinião dos gestores de tecnologia de 20 das maiores empresas do Brasil com faturamento superior a R$ 500 milhões em 2006, provenientes de setores como energia, governo, siderúrgica e eletrônicos. A conclusão foi que a terceirização está simplesmente em todas as corporações ouvidas.
Especialistas da IDC Brasil comentam alguns passos a serem seguidos antes de adotar um modelo BPO. Acompanhe:
1 - mapear a organização;
2 - identificar parceiros adequados;
3 - conquistar o comprometimento da empresa como um todo;
4 - definir os indicadores ideais de negócios;
5 - definir bônus e penalidades, representando uma mudança na relação entre fornecedores e clientes.
Um desdobramento de BPO é o KPO ou Knowledge Process Outsourcing, que inclui atividades que exigem maior habilidade e conhecimentos especializados para a execução. Por exemplo, enquanto uma companhia de seguros pode terceirizar a entrada dos dados de seus clientes como parte de uma iniciativa BPO, ela também pode optar por utilizar um prestador de serviços KPO para avalizar novos pedidos de seguro com base em um conjunto de critérios ou regras de negócio. Evidentemente, este trabalho requer os esforços de um conjunto de trabalhadores mais especializados.
Outra tendência que começa a ser difundida também é o termo BTO ou Business Transformation Outsourcing, que remete à idéia de criação de prestadores de serviços que contribuam para o esforço de transformar a empresa, torná-la mais dinâmica, ágil e com uma operação mais flexível.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Você sabe o que é um ano sabático?

Se respondeu que essa palavra tem alguma coisa a ver com a religião judaica, não está totalmente errado. O termo tem origem na palavra sabá, período entre a sexta-feira e o sábado em que os judeus se dedicam ao descanso religioso, quando não realizam nenhum tipo de atividade física.
Esse não deixa de ser, de certa forma, o sentido do período sabático. O costume de aplicar essa tradição religiosa para melhorar a produtividade das pessoas surgiu nas universidades americanas no século 19, onde a licença sabática era concedida com o propósito de garantir ao professor o afastamento de suas atividades pelo tempo necessário para uma reciclagem profissional.
As empresas tiveram suas primeiras experiências com o sabático nos anos 50, quando algumas adotaram esse programa para motivar funcionários que se mostravam abatidos e sem perspectiva - dessa forma as companhias acabaram descobrindo que depois de liberarem seus profissionais para a realização de algum projeto pessoal eles voltavam bem mais motivados.
Na gestão de uma carreira, o projeto sabático (que tem duração média de 6 meses a 1 ano) é uma decisão conjunta entre a empresa e o profissional, que suspende suas atividades normais para dedicar-se a uma atividade que permita refletir e avaliar sua vida profissional e pessoal.
Sem dúvida nenhuma, fazer uma parada no trabalho é uma grande oportunidade para qualquer um - a pessoa ganha experiência, descansa e volta mais valorizada para o mercado de trabalho.
Férias X Sabático
Para não confundir as férias e período sabático, veja algumas das principais diferenças:
  • as férias fazem parte das leis trabalhistas do país e tem duração média de 1 mês
  • as férias são concedidas pela empresa uma vez por ano - nesse tempo o que menos o profissional quer pensar é em trabalho
  • o período sabático chega a durar entre 6 meses e um ano ou até mais
  • normalmente, antes de requisitar um período sabático é preciso apresentar um projeto à empresa, mostrando que vai ser uma experiência compensatória para as duas partes
  • o sabático é programado para repensar e buscar evoluções na vida profissional e pessoal
  • dependendo da empresa, ela pode ajudar a financiar uma parte ou o valor total do programa
  • algumas continuam a pagar normalmente o salário do funcionário
Fique e olho se sua empresa está aberta a esse tipo de programa. Não se esqueça que é necessário montar um projeto para esse período, com justificativas e possíveis resultados que possam trazer contribuições para sua carreira e, consequentemente, para o desenvolvimento de seu trabalho.
Daí para a frente é só aproveitar a oportunidade e repensar sua vidaprofissional, buscando um modo de crescer e se aperfeiçoar.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Como fazer amigos e influenciar pessoas

O livro “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas” foi lançado em 1937 pelo escritor americano Dale Carnegie, palestrante especialista em relacionamentos pessoais. Já havia visto este livro em livrarias anteriormente, mas nunca me chamou a atenção, primeiro pelo título “Auto-Ajuda”, e segundo pela capa pouco atraente e antiquada.No entanto, nos últimos meses vi diversas referências ao livro em blogs e podcasts, citando-o como leitura obrigatória para a vida pessoal e profissional. Inclusive o David Maister disse que se tratava do “melhor livro de negócios já escrito”. Resolvi então encarar o livro, e não me arrependi nem um segundo desta atitude.
O livro realmente tem um ar “ultrapassado”. Não só a parte gráfica, mas também vários textos que usam um linguajar da época e referências a empresas e pessoas que eram importantes no momento. Para o leitor, é importante não criar uma resistência nesta situação, já que o conteúdo é completamente aplicável no dia a dia.
A maior parte das sugestões de Carnegie são óbvias. No entanto, é exatamente no óbvio que costumamos pecar. Passando por tudo o que o autor recomenda, certamente você verá que não pratica vários princípios de relacionamento pessoal.
Importante também é não somente entender os conceitos, mas usá-los em seu dia a dia. Cada ponto tem aplicação direta em todos seus relacionamentos pessoais e profissionais, e a prática levará à facilidade no trato com as pessoas e abertura de oportunidades.
Segue a lista de sugestões de Carnegie, lembrando que isto de forma alguma substitui a leitura do livro. A verdadeira compreensão dos conceitos somente será obtida com as explicações detalhadas e diversos exemplos publicados.
Técnicas para Lidar com as Pessoas
  • Não critique, não condene, não se queixe
  • Aprecie honesta e sinceramente
  • Desperte um forte desejo na outra pessoa
Seis Maneiras de Fazer As Pessoas Gostarem de Você
  • Torne-se verdadeiramente interessado na outra pessoa
  • Sorria
  • Lembre-se que o nome de uma pessoa é para ela o som mais doce e importante que existe em qualquer idioma
  • Seja um bom ouvinte. Incentive as pessoas a falarem sobre elas mesmas
  • Fale de coisas que interessem à outra pessoa
  • Faça a outra pessoa sentir-se importante e faça-o com sinceridade
Como Conquistar as Pessoas a Pensarem de seu Modo
  • A única maneira de ganhar uma discussão é evitando-a
  • Respeite a opinião dos outros, nunca diga: “Você está enganado”
  • Se estiver errado, reconheça o seu erro rápida e enfaticamente
  • Comece de maneira amigável
  • Consiga que a outra pessoa diga “sim, sim” imediatamente
  • Deixe a outra pessoa falar durante boa parte da conversa
  • Deixe que a outra pessoa sinta que idéia é dela
  • Procure honestamente ver as coisas do ponto de vista da outra pessoa
  • Seja receptivo às idéias e desejos da outra pessoa
  • Apele para os mais nobres motivos
  • Dramatize as suas idéias
  • Lance, com tato, um desafio
Princípios de Liderança
  • Comece com um elogio ou uma apreciação sincera
  • Chame a atenção para os erros das pessoas de maneira indireta
  • Fale sobre os seus erros antes de criticar os das outras pessoas
  • Faça perguntas ao invés de dar ordens diretas
  • Permita que a pessoa salve o seu próprio prestígio
  • Elogie o menor progresso e elogie todo o progresso. Seja sincero na sua apreciação e pródigo no seu elogio
  • Proporcione à outra pessoa uma boa reputação para ela zelar

sábado, 3 de dezembro de 2011

Started Auswahl von Unternehmen für den Betrieb in Technology Park in Bahia Brasilien

 Es wurde am Freitag, 2, die öffentliche Ausschreibung für die Unternehmen bei der Einrichtung der Technology Park von Bahia, geplant zu öffnen Anfang nächsten Jahres interessiert gestartet. Das Sekretariat der Wissenschaft, Technologie und Innovation (Sek.), zuständig für Unternehmen, hat eine Jury für den Empfang von etablierten, Analyse, Beurteilung und Einstufung der Vorschläge nach den Kriterien der öffentlichen Ausschreibung.

Die Ankündigung wird auf technologieorientierte Unternehmen, die Vorschläge zur technocentric, dem zentralen Gebäude der Technologiepark von Bahia zu etablieren abgeben können soll. Die Institutionen, die daran interessiert sind Forschung, Entwicklung und Innovation sind in Platz für bis zu vier Jahren und gegen eine Gebühr plus Spesen, die sich aus den Aktivitäten bleiben.

Der Technologie-Park von Bahia fördert wissenschaftliche und technologische Entwicklung des Landes und zieht Wissenschaftler und Gehäuse Inkubatoren und technologieorientierte Unternehmen.

Wie das Ministerium für Wissenschaft erklärte, Technologie und Innovation, Paul Kamera, wird der Park mit der angewandten Forschung, das heißt, Produkte und Prozesse, die vom Markt absorbiert werden kann, zu arbeiten. Zu diesem Zweck wird die Sek. and Research Foundation des Staates Bahia (Fapesb) erteilt durch das Programm für Human Resource Development Award für die Unterstützung von Forschung und Innovation in der Technologie-Park von Bahia - Taschen ProPARQ. Die Stipendien werden bis zu 14.000 $ für die Forscher.

Las inversiones en Brasil

La ciudad de Extremoz recibir inversión de 50 millones de dólares para el establecimiento de condominio industrial, que albergará un parque tecnológico, industrial y empresarial. El protocolo de intenciones del proyecto se firmó el lunes, 14 de Rosalba Ciarlini gobernador y el presidente de la empresa concesionario, José Luis Sambeat.
El objetivo del grupo español y disfrutar de la proximidad del estado de Rio Grande do Norte con Europa como un logísitico diferencial para la creación de empresas en el condominio. "Una buena ubicación en el estado, la proximidad al aeropuerto de São Gonçalo do Amarante y las inversiones que el gobierno está haciendo en el Puerto de Natal junto con la bonanza económica de Río Grande do Norte son las grandes diferencias de nuestro proyecto", afirma Sambeat . La idea del grupo, que ya opera en Brasil, cinco años, es atraer a empresas de Europa y Brasil para instalarse en los parques.
Para el gobernador Ciarlini Rosalba, la inversión representa la nueva era de potencial económico y estratégico de Rio Grande do Norte. "Rio Grande do Norte tiene ricos recursos naturales y ventajas competitivas. La venida del distribuidor representa el poder de estas diferencias y promover la fuerza de trabajo de nuestro pueblo, garantizar el empleo y los ingresos. Se trata de un diseño moderno y atrevido, que esperamos convertir rápidamente en una realidad ", dijo el gobernador.
En el protocolo de intenciones se acordó que el Gobierno del Estado, sujeto a la legislación, garantizar el acceso de las industrias ubicadas en los programas de los parques locales de los beneficios económicos y fiscales.
La inversión en la construcción de los parques se estima en $ 50 millones y debería generar en su fase de obras alrededor de 500 empleos directos.
El complejo del parque se construirá en la ciudad de Extremoz, metropolitano de capital, en un área de aproximadamente 400 hectáreas, diseñado en un sistema de comunidades cerradas. Estructuras Albergarão hasta 75 empresas en el polígono industrial, hasta 100 empresas en el parque tecnológico y de hasta 300 empresas en el parque empresarial.
De acuerdo con el Subsecretario de Desarrollo Maia, Américo, las empresas se establecieron en los parques industriales está aumentando su competitividad al tener costos reducidos. "Los condominios representan un punto de vista moderno de atracción de empresas, ya que garantizan bajos costos que debe sufragar / compartida por un mayor número de inversionistas", dijo Américo Maia.

Pétrole et gaz au Brésil

La chaîne de production de pétrole et de gaz naturel ne se déplace que dans le Rio Grande do Norte, à environ 5 milliards $, y compris les fonds investis par Petrobras, les nouveaux entrants et les entreprises fournissant des services à ce secteur. Pour augmenter le chiffre d'affaires de ce segment - en particulier parmi les petites entreprises - et attirer les investissements internationaux, Sebrae à Rio Grande do Norte promu la réunion d'affaires au Brésil et au Canada, le mardi 29 dans la capitale.
L'événement a réuni huit groupes canadiens intéressés à faire des affaires au Brésil et 10 entreprises nationales, et un livre des records avec 15 autres entreprises brésiliennes. La Réunion d'affaires au Brésil et au Canada fait partie de la programmation de la 3e Brésil Onshore, juste avec des grands acteurs internationaux de l'industrie axée sur l'exploration pétrolière et du gaz et de production sur les terres.
L'intention est de réunir des groupes de brésiliens et canadiens commencent grands partenariats, qui peuvent aller de transfert de technologie, la fabrication et l'érection d'une partie ou la totalité de l'équipement pour l'acquisition de sociétés locales. "Nous pensons que la réunion est très utile dans l'intérêt des Canadiens en établissant des partenariats avec des entreprises nationales et investir du capital», explique le coordinateur de la réunion et analyste Sebrae à Rio Grande do Norte, Personne maïs.
Selon l'analyste, la réunion est une opportunité pour les entreprises brésiliennes, qui peut identifier et attirer de nouveaux partenaires, acquérir des connaissances sur les marchés potentiels et l'ouverture de nouveaux. Les Canadiens participent comme Arktos ancres, Brimnes énergie, Frontier Engineering, Hyduke Energy Services, Katch Kan, Kudu Industries, National Air comprimé forage Pason Systems.
Les avantages pour les entreprises participantes sont: la diffusion et de marketing institutionnel, d'identifier de nouveaux fournisseurs et l'intégration avec la communauté internationale des affaires. Les sociétés sont enregistrées dans le Nord-Est et dans d'autres régions, comme AFS, la SLA & Associates, l'équipe Editel automatisation industrielle, F. I. Entretien Topographie, G & C et des Services, Institut de l'Innovation et développement durable, le commerce et le terrassement de messagerie instantanée, SERTEL et servir. En outre, 15 autres entreprises sont inscrites au registre de l'approche.

Brasile, un luogo di grandi opportunità

La regione nord-est del Brasile è cambiato. Con gli investimenti fatti negli ultimi anni, un nuovo modello di gestione e l'aumento delle opere strutturali, dovrebbe essere consegnato entro il 2014, i nove stati che compongono la regione oggi, la progettazione di un nuovo status per il suo ruolo nello sviluppo del Brasile. Alcuni anni fa, la domanda comune è stato quello che il paese potrebbe fare per aiutare il Nord-Est. Oggi, il discorso cambia e diventa: che cosa può fare Nordeste per il Brasile?
Molti degli impianti strategici per il Piano di Accelerazione (PAC), progettato dal governo federale sarà nel territorio nord-orientale. Per citarne alcuni, ampliamento e ristrutturazione di porti, come il porto di Pecém, Ceará, e Suape, in Pernambuco, entrambi i quali devono soddisfare le raffinerie della Petrobras, altre imprese di raffinazione del petrolio, che si trova a Rio Grande do Norte, Sergipe, e Maranhao , l'estrazione di fosfati, uranio e la produzione di acciaio grezzo a Bahia e Ceará terra, energia eolica e anche nella dello stato di Rio Grande do Norte, Ceara, e condotta nel Piaui Paraiba e nella frutta. Sono tutti progetti che porteranno il sostegno finanziario al Nord-Est, l'occupazione e un livello di sviluppo mai visto prima e assicurerà una maggiore partecipazione e integrazione delle economie locali a livello nazionale.
L'economia della regione nord-orientale dovrebbe crescere al di sopra del prodotto interno lordo (PIL) nel 2010, secondo gli studi di consulenti. Istituto Brasiliano di Geografia e Statistica (IBGE), gli ultimi dati ufficiali sul PIL regionale e risalente al 2005 indicano che il Nordest è salito al di sopra del PIL nazionale nel 2005 e nel 2004. Il totale di 93,6 miliardi dollari (2004) che rappresenta una crescita del 14,2% ed è superiore a paesi come Cile e Argentina, per esempio.
Con una superficie di 1,5 milioni di chilometri quadrati, che rappresenta la dimensione di Francia, Italia, Regno Unito e Germania insieme, una popolazione di 53 milioni di persone (censimento 2010), circa il 30% della popolazione del paese, nordest del Brasile è proiettato come la terra delle opportunità per coloro che vogliono investire e crescere. Nella regione che ha il clima estremamente favorevole e la posizione strategica, in aggiunta alle opere strutturali, i settori dell'economia quali l'agro-alimentare, orticoltura, il turismo, la produzione, industrie di trasformazione, tra gli altri, si presentano come potenziale di buoni affari.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Black Friday

Vocês já devem ter visto vários sites anunciando que 25 de novembro é a “Black Friday” aqui no Brasil e também nos Estados Unidos. No Facebook e Twitter começou a aparecer isso aos montes em forma de anúncios pagos. Foi aí que muita gente então resolveu perguntar o que é essa tal de “black Friday” e qual a origem da expressão.
“Black Friday” não tem nada a ver com macumba, bruxaria, mau agouro, etc. Nesse caso, é até uma coisa boa. Enfim, boa para quem adora promoções, descontos, preços baixos e coisas assim! Pois, na “black Friday” grandes lojas vendem produtos com descontos inacreditáveis.
Nos Estados Unidos, o dia de Ação de Graças (Thanksgiving Day) é sempre celebrado na quarta quinta-feira do mês de novembro; já o dia seguinte ao Thanksgiving Day é chamado de “black Friday”. Trata-se do dia no qual lá nos Estados Unidos o período de compras natalinas tem início. Assim, esse ano - 2011 - a “black Friday” cai na próxima sexta-feira (25.11).
Logo, aqui no Brasil as grandes lojas resolveram adotar o costume americano e fazer o mesmo: oferecer descontos incríveis para dar aquele pontapé no período de compras para o Natal. O curioso é que embora não seja um feriado nacional, várias empresas americanas dispensam os funcionários só para que eles aproveitem as promoções e descontos oferecidos. É um negócio de louco.
Sobre a origem do termo “black Friday” há duas teorias possíveis. A primeira diz que as pessoas iam de carro até o centro da cidade de Filadélfia para fazer suas compras. Essa invasão de carros deixava marcas escuras nas ruas do centro da cidade, a polícia daquela cidade ficava louca tentando controlar o trânsito (carros, pedestres, etc.) e, portanto, eles - os policiais - começaram a chamar essa sexta-feira de “black Friday”.
Outra teoria diz que “black Friday” está relacionada às cores usadas para registrar as perdas e ganhos nos registros contábeis de um comércio. Assim, a cor vermelha era usada para representar as perdas. É daí que vem a expressão “estar no vermelho” (be in the red). Já a cor “preta” (black) era usada para indicar os ganhos. Como nesse dia de abertura das compras natalinas, os comerciantes registravam mais ganhos que perdas, eles a chamavam de “black Friday”.
E é isso aí! Agora você já sabe por que eles falam “black Friday” e sabe também que é um dia de muitos descontos nas lojas. Portanto, aproveite! Take care, you all! Boas compras!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

SETE COMPETÊNCIAS QUE O MERCADO BUSCA

Quais são as características que um profissional precisa ter, além, é claro, daquelas específicas de cada ramo de atuação?

Víctor Martínez, especialista em treinamentos comportamentais e projetos de RH e CEO da Thomas Brasil, empresa especializada em gestão de pessoas, listou sete talentos que as empresas buscam nos profissionais:

1. Autogerenciamento - É a capacidade de motivação, disciplina e autoavaliação do indivíduo. Trata-se do profissional capaz de realizar projetos, buscar soluções e identificar formas de implementar as soluções.

2. Comunicação Múltipla - Segundo Martínez, o mundo é uma aldeia global, por isso, a capacidade de se comunicar de modo realmente eficaz em Inglês deve ser prioridade em determinadas áreas. "Há outras formas de comunicação que devem ser exploradas, como por exemplo, a informática, os blogs, a Intranet, os processos e sistemas de informação e transmissão de dados."

3. Negociação - Reflita sobre sua capacidade de negociação e dê atenção especial às suas habilidades nesse campo. Apresente suas ideias de forma clara e convincente e argumente de forma positiva, franca e objetiva.

4. Adaptabilidade - "Mudança é uma das duas grandes certezas da vida", diz Martínez. Por isso o profissional do futuro deve procurar prevê-las e antecipar-se a elas.

5. Educação Contínua - Novidades tecnológicas, descobertas, novos processos mais eficazes aparecem a cada momento. Por isso, é fundamental a busca contínua por aprimoramento.

6. Domínio da Tecnologia - Como já dizia Ayrton Senna, tecnologia faz diferença. Use e fomente a tecnologia de ponta sempre que possível ou quando houver necessidade. Para evoluir nesse quesito, decrete sua própria obsolescência e parta para patamares mais altos de tecnologia.

7. Foco nos Resultados - São os resultados que interessam, mas lembre-se que a ética deve ser respeitada. Na busca pelos resultados, as pessoas também são avaliadas por suas ações. Vale refletir e analisar o que você busca e o que agregará valor em termos de custos/esforço. Concentre-se nisso.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Manda quem pode, obedece quem tem juízo!

Essa é realmente uma frase idiota, que ainda vem sendo cultivada em empresas arcaicas sob a égide do poder. Com certeza, esse é um time comandado por senhores feudais onde acreditam que aos gritos ou com total desreipeito às pessoas e à hierarquia, os resultados serão obtidos. Tenho visitado empresas onde nem existem organogramas !
Qualquer que seja o tamanho da empresa, é fundamental que os funcionários, líderes,diretores e até os sócios da empresa, saibam respeitar a hierarquia e as regras de cada corporação.Em hipótese alguma o dono da empresa deve atropelar a hierarquia.
Pensando nisso, cabe a você, líder de uma equipe, seja como dono de uma pequena empresa ou como supervisor de determinado departamento ou até presidente de uma multinacional, observar melhor sua relação com seus subordinados e como tem se comportado neste aspecto.

Busque o equilíbrio
Lidar com pessoas é sempre algo desafiador. Encontrar sua dose certa de liderança é o segredo para atingir uma equipe unida, ativa, motivada e interessada pelo trabalho.
Caso você seja amigo demais, poderá fazer com que o grupo não o visualize como chefe, perdendo a referência de quem é quem, ou melhor, quem manda em quem.
Já se você se mostrar autoritário demais, poderá colocar diante de seus funcionários uma grande barreira, mantendo-os sempre distantes de você, perdendo até uma grande oportunidade de ouvir o que eles têm a dizer e melhorar a performance da empresa.

Respeito e medo: fim aos exageros
Lembre-se que nada em excesso é positivo. Por isso, adote junto à sua equipe um relacionamento de companheirismo, confiança, deixando, no entanto, sempre bem claras as posições. Não abuse de seu poder, mas não deixe que invadam o seu espaço. Caso contrário, o jogo se inverte e sua autoridade será colocada sempre à prova.
Evite também que o respeito em relação a você se transforme em medo. Isto poderá gerar distanciamento, impedindo que conheça melhor sua equipe e acompanhe o desenvolvimento das atividades.
Estabeleça um relacionamento onde todos são ouvidos, e faça-se respeitar. Lembre-se que a hierarquia é algo a ser sempre seguido. Disso dependerá o bom andamento das atividades do grupo e, principalmente, o seu relacionamento com a equipe.
Seja solidário, companheiro; divida as responsabilidades. Abrace os compromissos de sua equipe, já que você também faz parte dela. Não abuse do poder e não cultive o medo no grupo, por meio de ameaças ou chantagens. Pense a respeito: você não precisa disso para buscar melhores resultados de seu pessoal.